opinião
Rede Bahia Revista – O mundo das profissionais do sexo
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

No mês de agosto deu na Rede Bahia (Afiliada da Globo na Bahia) um programa que é estilo uma revista eletrônica e o assunto foi “O mundo das profissionais do sexo”, o programa aborda como são a vida das mulheres garotas de programa, travestis que fazem PG e alguns michês. Tem uma parte em que a minha amiga Alice D’Castro é entrevistada nesse programa, o tema é tratado com naturalidade e sem sensacionalismo.
Veja o vídeo abaixo:
Cliente não paga programa e gera confusão em SP
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Vi em um grupo LGBT no Facebook um vídeo que na descrição conta que um rapaz foi fazer programa com uma travesti e o mesmo não pagou o programa, então a travesti teria o agredido e foi “deitando o rapaz na porrada” chegando a entrar em uma loja e quebrar tudo lá dentro. Veja o vídeo abaixo:
Video datado 23/09/2010
O vídeo com um pouco menos de 3 minutos mostra já a confusão total, tiveram que cercar o local porque a multidão estava querendo ver o circo pegar fogo (como todo brasileiro “pobre” adora), no momento em que ela é conduzida a viatura a multidão hostiliza a travesti xingando de diversos palavrões e o motivo do meu post sobre esse vídeo é opinar sobre essa hostilização e a sede de ver o shitstorm.
Nenhuns dos dois estão certos nesse caso, se o cliente combinou com a travesti e realizou o programa, tem que pagar, se um dos dois lados não cumpre o combinado gera confusão e agressão, nisso certamente a travesti encheu o cara de porrada. Mas eu acredito que ela não precisava espancar o cara até a loja quebrando tudo lá dentro até porque quem estava na loja não tinha nada com isso.
Mas reparem na quantidade de gente do lado de fora gritando e filmando o acontecimento em plena tarde, quando falo que pobre adora ver o circo pegar fogo não é pra menos e aquela multidão toda? Ao invés de estar assistindo a confusão alheia, porque não estão trabalhando? Vê uma confusão envolvendo homem x travesti todo mundo para pra ver o “circo”. Outro detalhe é quando a travesti está indo pra viatura não falta homem xingando ela de “traveco” pra baixo.
Muito desses homens ali vaiando a travesti algemada ficam discriminando porque está no meio da muvuca, mas durante a noite o mesmo rapaz que xinga ela de “traveco” procura as travestis a noite e segundo dados que elas mesmas apontam que a maioria gosta de ser passivos, ou seja, é muito fácil ser macho pra hostilizar a travesti com os amigos, mas na calada da noite os machos se transformam em putinhas de travestis. Hipocrisia mandou lembrança.
Enquanto houver essa hipocrisia descarada, esse país não avança, as pessoas ficam nesse circulo vicioso (sem trocadilhos) de ter a sua esposa mulher, ir pra igreja, trabalhar e a noite fazer programa com travestis. Na manha seguinte o mesmo cara fala absurdos sobre travestis e LGBT, a mesma pessoa que se diz a favor da família está lá à noite rodando de carro nos principais pontos de travestis a procura do sexo pago.
Esse vídeo com essas pessoas chega a ser grosseiro, mostrando bem a cara do Brasil provando que é um país terceiro mundo, como o comportamento dessas pessoas não é apropriado e essa zona toda.
Fica aí meu desabafo sobre esse ocorrido, não estou inocentando ninguém, apenas expressando meu ponto de vista.
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Homofobia SIM! Moral, familia e bons costumes! (Vejam até o final)
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,
Estava navegando pelo Youtube e ví um vídeo entitulado Homofobia SIM, onde um rapaz coloca suas opiniões sobre o lance de diversidade, movimento LGBT e o que isso atinge a familia, moral e bons costumes. Vejam até o final e tenham uma surpresa.
O que você achou desse vídeo?
Deixe seu comentário abaixo sobre esse vídeo e fique a vontade para compartilhar esse post nas redes sociais.
Até a próxima.
Na Holanda igrejas dão exemplo no combate à homofobia
Bom dia amigos leitores do Diário T-Lover,

Semana passada estava no twitter e vi esse link no Pará Diversidade com a notícia que igrejas assinam documento que condena a homofobia, na Holanda. Representantes de vinte igrejas da Holanda assinaram um documento que condena a discriminação e violência contra homossexuais. A cerimônia de assinatura ocorreu na Catedral de Utrecht, no Dia Internacional contra a Homofobia, 17 de maio.
No documento, as igrejas firmaram o seguinte: “Não pensamos todos da mesma maneira sobre homossexualidade, mas estamos unidos na crença de que o ser humano foi criado à imagem de Deus e é precioso a Seus olhos. Por isso todos precisam ser tratados com respeito, de maneira pacífica e amorosa, e a violência contra homossexuais, sob qualquer forma, está fora de questão”.
É muito interessante ver que na Holanda um país desenvolvido as igrejas estejam juntas no combate a homofobia, elas reconhecem que a religião influencia no comportamento discriminatório da sociedade e tem a mente aberta sobre essa questão onde é tabu em diversos países. No Brasil, por exemplo, se cria muita polêmica por parte de igrejas contra avanços LGBT em nossa sociedade.
Alunos sabem lidar com a diversidade, diz professora transexual
Bom dia amigos do Diário T-Lover,

Eu estava lendo no G1 há algumas semanas e vi uma notícia em que uma professora transexual revela que alunos sabem lidar com a diversidade quando lhes é apresentado em sala de aula. É a conclusão que a professora Marina Reidel chegou por sua experiência didática em uma escola de Porto Alegre. Ela se sente muito à vontade para falar sobre o tema que gerou a polêmica suspensão do projeto “Escola sem homofobia”, que iria debater a diversidade sexual nas escolas públicas por meio de vídeos e uma cartilha – o chamado “kit anti-homofobia”. Marina é transexual desde os 30 anos (ela não revela a idade) e é tratada com respeito por alunos, pais e diretores por seu trabalho em sala de aula.
De família com ascendência alemã, Marina sempre teve o carinho dos pais, que viam o filho brincando com bonecas desde pequeno. Mas nunca teve diálogo necessário para falar sobre sua orientação sexual em casa. Talvez por isso tenha demorado tanto tempo para assumir a sua condição.
No trabalho nas escolas viveu duas realidades distintas. Antes de decidir se tornar transexual, deixando o cabelo crescer e assumindo a sua feminilidade, Marina era o professor Mário e, como homossexual, era vítima de preconceito nas escolas.
“Enquanto eu era um gay não assumido tive alguns problemas”, conta a professora, que faz mestrado em educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “Teve um pai que não aceitava que eu desse aula para a filha dele. Uma mãe retirou a filha da escola porque não aceitou o fato de ela ter um professor homossexual. Eu até fui ofendido por um aluno da oitava série. Registrei boletim de ocorrência e ele acabou saindo da escola.”
Leia a notícia completa no Portal G1.
Lea T, sucesso nas passarelas e a boa visibilidade para as transexuais
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Com os eventos de desfiles como Fashion Rio e São Paulo Fashion Week muito se fala de moda e uma pessoa que se destacou recentemente no mundo da moda foi a transexual Lea T, filha do jogador Toninho Cerezo que tem sido muito comentada pela mídia e noticiários relacionados à moda. Uma transexual tendo um bom destaque na mídia é algo positivo para a classe das transexuais que lutam por dignidade e respeito.
Numa participação no programa Mais Você apresentado por Ana Maria Braga que passa todas as manhãs na Rede Globo a Lea T se emocionou ao ser entrevistada por Ana Maria Braga e ter falado sobre a sua vida e sobre transexualidade. Segue abaixo alguns trechos retirados do Gay 1:
Na casa, ela contou que foi criada fora do país, porque seu pai sempre morou na Itália. A modelo disse que voltar ao Brasil é diferente, é surreal. “Hoje em dia a modelo, depois do fenômeno Giselle, todo mundo quer ser modelo. A moda está crescendo muito aqui. Então, realmente, eu cheguei e fiquei meio assustada”, discorreu a modelo.
O assunto ficou mais sério e, ela confidenciou para Ana Maria Braga segredos sobre sua vida, até descobrir que era transexual. Lea disse que ninguém explicou a ela o que é a transexualidade, e que só descobriu isso com o passar do tempo. “Se fala sobre homossexuais, heterossexuais, mas ninguém te explica o que é ser uma transexual. O que eu tinha ouvido falar, quando criança, é que transexual não vale nada”, polemizou.
Lea disse que aos 17 anos começou a sair para as festas: “Na Europa tudo é mais aberto, mais misturado”, opinou. Em relação à reação de sua família, ela contou que eles nunca imaginaram que ela seria transexual: “Eles achavam que eu era gay”.
Preconceito contra LGBT é menor em população mais escolarizada
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Esse assunto é bastante interessante que li no UOL Educação falando sobre um estudo que aponta a taxa de preconceito contra LGBT menor em população mais escolarizada. A pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo e coordenada pelo professor da Universidade de São Paulo (USP) Gustavo Venturi. O estudo com 2mil entrevistado em 150 municípios foi feito em 2009 e transformado em um livro que será lançado em Junho.
A pesquisa identificou que um em cada quatro brasileiros é homofóbico. Foram considerados homofóbicos aqueles que têm tendência – forte ou fraca – em transformar o preconceito que sentem em relação a esse público em atitudes discriminatórias. Esse perfil foi detectado a partir da resposta dada aos participantes a perguntas como “homossexuais são quase sempre promíscuos”, “homossexualidade é safadeza” ou “a homossexualidade é uma doença que precisa ser tratada”.
Cruzando as respostas obtidas com as características da amostra, foi possível detectar, por exemplo, que mulheres são menos homofóbicas (20%) do que os homens (30%) e que a variação de renda não tem grande impacto nesse comportamento. Já a escolaridade é um dos fatores com mais peso: enquanto entre os que nunca frequentaram a escola o índice de homofóbicos é 52%, no nível superior é apenas 10%.
A religião também influencia na aceitação da população LGBT. Entre os evangélicos, 31% têm tendência a comportamentos homofóbicos, contra 24% dos católicos, 15% dos praticantes do candomblé e 10% dos kardecistas. Além do acesso à informação e da frequência à escola, Venturi aponta como estratégia importante para o combate à homofobia uma legsilação específica que coiba esse comportamento, como já existe com o racismo.
Trechos retirados do portal UOL Educação
Cliente mata travesti a tiros por causa de R$10,00
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,
![assassinato02[3] Cliente mata travesti a tiros por causa de R$10,00](http://diariotlover.com/wp-content/uploads/2011/05/assassinato023.jpg)
Depois de 4 dias em manutenção com o Diário T-Lover cá estamos de volta e trago hoje uma notícia triste e revoltante, travesti é baleada com 5 tiros na barra funda em São Paulo por que não tinha R$10,00 de troco para o cliente. A travesti foi assassinada em frente ao ponto onde costumava a se prostituir, na Rua Edgard Teotônio, na Barra Funda, zona oeste de São Paulo. O irmão da vítima contou para uma equipe de TV que ela foi morta a tiros por um cliente, depois que não teve troco para dar pelo valor do programa. O criminoso estava em uma moto vermelha.
Segundo testemunhas, o assassino partiu na moto reclamando por um troco de 10 reais, e retornou armado. A travesti levou 3 tiros a queima roupa. A Polícia Militar do 4º batalhão foi acionada para atender a ocorrência por volta das 21h16min. Quando os militares chegaram ao local encontraram a travesti sem vida. Outra travesti que faz ponto no local conseguiu anotar a placa da moto.
O atirador não foi localizado, a travesti nasceu no Maranhão e aos 12 anos se mudou para São Paulo. Atualmente tinha o sonho de viajar a Europa. A jovem residia com o irmão no Jardim Iporanga, zona sul da capital. O caso será apresentado no 23º Distrito Policial, de Perdizes.
Ponto de vista
Um absurdo total esse caso de assassinato contra a travesti por causa de 10 reais, eu falei semana passada sobre crimes contra travestis aumentando assustadoramente, falei na Segunda sobre a agressão contra travesti em Três Lagoas e hoje mais um crime noticiado. Até quando as travestis e transexuais continuarão morrendo? A travesti estava em seu trabalho atendendo um cliente que por sua vez matou ela por não ter R$10,00 de troco.
Mais uma travesti é vitima de agressão em Três Lagoas
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Parece que a situação em Três Lagoas – MS, não está nada boa para as travestis, eu já publiquei aqui no Diário T-Lover sobre a homofobia provocada por universitários contra travestis que ocorreu em Três Lagoas, o mesmo local onde aconteceu outro crime no último dia (17), no bairro Jardim Alvorada. A vítima de 28 anos conhecida como Evelyn, estava próxima ao parque de exposições quando um homem se aproximou e começou a agredi-la com um pedaço de pau. Os golpes chegaram a perfurar o braço da vítima.
O agressor fugiu do local e a vítima conseguiu fugir, se escondendo em um posto de gasolina. Funcionários do posto acionaram a Polícia Militar e o SAMU que atenderam a travesti. De acordo com informações da vítima, o agressor seria conhecido como “Agenor”. O suspeito segundo a vítima, constantemente agride e rouba travestis que ficam nas imediações daquele local.
Essa notícia pode ser vista no portal Capital News.



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