Posts tagged Brasil
Cliente não paga programa e gera confusão em SP
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Vi em um grupo LGBT no Facebook um vídeo que na descrição conta que um rapaz foi fazer programa com uma travesti e o mesmo não pagou o programa, então a travesti teria o agredido e foi “deitando o rapaz na porrada” chegando a entrar em uma loja e quebrar tudo lá dentro. Veja o vídeo abaixo:
Video datado 23/09/2010
O vídeo com um pouco menos de 3 minutos mostra já a confusão total, tiveram que cercar o local porque a multidão estava querendo ver o circo pegar fogo (como todo brasileiro “pobre” adora), no momento em que ela é conduzida a viatura a multidão hostiliza a travesti xingando de diversos palavrões e o motivo do meu post sobre esse vídeo é opinar sobre essa hostilização e a sede de ver o shitstorm.
Nenhuns dos dois estão certos nesse caso, se o cliente combinou com a travesti e realizou o programa, tem que pagar, se um dos dois lados não cumpre o combinado gera confusão e agressão, nisso certamente a travesti encheu o cara de porrada. Mas eu acredito que ela não precisava espancar o cara até a loja quebrando tudo lá dentro até porque quem estava na loja não tinha nada com isso.
Mas reparem na quantidade de gente do lado de fora gritando e filmando o acontecimento em plena tarde, quando falo que pobre adora ver o circo pegar fogo não é pra menos e aquela multidão toda? Ao invés de estar assistindo a confusão alheia, porque não estão trabalhando? Vê uma confusão envolvendo homem x travesti todo mundo para pra ver o “circo”. Outro detalhe é quando a travesti está indo pra viatura não falta homem xingando ela de “traveco” pra baixo.
Muito desses homens ali vaiando a travesti algemada ficam discriminando porque está no meio da muvuca, mas durante a noite o mesmo rapaz que xinga ela de “traveco” procura as travestis a noite e segundo dados que elas mesmas apontam que a maioria gosta de ser passivos, ou seja, é muito fácil ser macho pra hostilizar a travesti com os amigos, mas na calada da noite os machos se transformam em putinhas de travestis. Hipocrisia mandou lembrança.
Enquanto houver essa hipocrisia descarada, esse país não avança, as pessoas ficam nesse circulo vicioso (sem trocadilhos) de ter a sua esposa mulher, ir pra igreja, trabalhar e a noite fazer programa com travestis. Na manha seguinte o mesmo cara fala absurdos sobre travestis e LGBT, a mesma pessoa que se diz a favor da família está lá à noite rodando de carro nos principais pontos de travestis a procura do sexo pago.
Esse vídeo com essas pessoas chega a ser grosseiro, mostrando bem a cara do Brasil provando que é um país terceiro mundo, como o comportamento dessas pessoas não é apropriado e essa zona toda.
Fica aí meu desabafo sobre esse ocorrido, não estou inocentando ninguém, apenas expressando meu ponto de vista.
Siga o @diariotlover no twitter e interaja comigo em tempo real.
Alunos sabem lidar com a diversidade, diz professora transexual
Bom dia amigos do Diário T-Lover,

Eu estava lendo no G1 há algumas semanas e vi uma notícia em que uma professora transexual revela que alunos sabem lidar com a diversidade quando lhes é apresentado em sala de aula. É a conclusão que a professora Marina Reidel chegou por sua experiência didática em uma escola de Porto Alegre. Ela se sente muito à vontade para falar sobre o tema que gerou a polêmica suspensão do projeto “Escola sem homofobia”, que iria debater a diversidade sexual nas escolas públicas por meio de vídeos e uma cartilha – o chamado “kit anti-homofobia”. Marina é transexual desde os 30 anos (ela não revela a idade) e é tratada com respeito por alunos, pais e diretores por seu trabalho em sala de aula.
De família com ascendência alemã, Marina sempre teve o carinho dos pais, que viam o filho brincando com bonecas desde pequeno. Mas nunca teve diálogo necessário para falar sobre sua orientação sexual em casa. Talvez por isso tenha demorado tanto tempo para assumir a sua condição.
No trabalho nas escolas viveu duas realidades distintas. Antes de decidir se tornar transexual, deixando o cabelo crescer e assumindo a sua feminilidade, Marina era o professor Mário e, como homossexual, era vítima de preconceito nas escolas.
“Enquanto eu era um gay não assumido tive alguns problemas”, conta a professora, que faz mestrado em educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “Teve um pai que não aceitava que eu desse aula para a filha dele. Uma mãe retirou a filha da escola porque não aceitou o fato de ela ter um professor homossexual. Eu até fui ofendido por um aluno da oitava série. Registrei boletim de ocorrência e ele acabou saindo da escola.”
Leia a notícia completa no Portal G1.
Cliente mata travesti a tiros por causa de R$10,00
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,
![assassinato02[3] Cliente mata travesti a tiros por causa de R$10,00](http://diariotlover.com/wp-content/uploads/2011/05/assassinato023.jpg)
Depois de 4 dias em manutenção com o Diário T-Lover cá estamos de volta e trago hoje uma notícia triste e revoltante, travesti é baleada com 5 tiros na barra funda em São Paulo por que não tinha R$10,00 de troco para o cliente. A travesti foi assassinada em frente ao ponto onde costumava a se prostituir, na Rua Edgard Teotônio, na Barra Funda, zona oeste de São Paulo. O irmão da vítima contou para uma equipe de TV que ela foi morta a tiros por um cliente, depois que não teve troco para dar pelo valor do programa. O criminoso estava em uma moto vermelha.
Segundo testemunhas, o assassino partiu na moto reclamando por um troco de 10 reais, e retornou armado. A travesti levou 3 tiros a queima roupa. A Polícia Militar do 4º batalhão foi acionada para atender a ocorrência por volta das 21h16min. Quando os militares chegaram ao local encontraram a travesti sem vida. Outra travesti que faz ponto no local conseguiu anotar a placa da moto.
O atirador não foi localizado, a travesti nasceu no Maranhão e aos 12 anos se mudou para São Paulo. Atualmente tinha o sonho de viajar a Europa. A jovem residia com o irmão no Jardim Iporanga, zona sul da capital. O caso será apresentado no 23º Distrito Policial, de Perdizes.
Ponto de vista
Um absurdo total esse caso de assassinato contra a travesti por causa de 10 reais, eu falei semana passada sobre crimes contra travestis aumentando assustadoramente, falei na Segunda sobre a agressão contra travesti em Três Lagoas e hoje mais um crime noticiado. Até quando as travestis e transexuais continuarão morrendo? A travesti estava em seu trabalho atendendo um cliente que por sua vez matou ela por não ter R$10,00 de troco.
Crimes contra travestis aumentando assustadoramente
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Depois de tantas notícias de crimes e abusos contra travestis/transexuais aqui no blog venho hoje dar a minha opinião sobre esses crimes contra as travestis estarem aumentando ou os casos como esse ganhando destaque na mídia, coisa que não acontecia antigamente, pois muitas morriam e ninguém ficava sabendo, o criminoso muitas vezes ficava impune.
Falei aqui sobre homofobia provocada por universitários contra transexuais no MS, transexual espancada no Mc Donalds nos EUA e travesti que foi esfaqueada por adolescentes no carnaval em Brasilia. E essa onda de violência me preocupa, porque até que ponto chega o ódio e ignorância do ser humano? Universitários humilharem a transexual no MS, outro assunto que ganhou repercussão mundial foi à agressão da transexual no Mc Donalds nos EUA, detalhe as agressoras eram duas negras (levando em conta que negros também sofre preconceito) e a travesti esfaqueada no carnaval em Brasília.
O que acontece? As travestis não podem nem mais andar nas ruas? Porque vem um sujeito, espanca e mata a travesti e no final das contas acaba ficando por isso mesmo? Homem que bate em mulher e homem que bate em travestis é um covarde, as travestis que trabalham como garotas de programas sempre tem um relato de agressão, ou seja, além dela passar frio, medo, aguentar certos clientes bêbados ou drogados, elas também tem que se preocupar ao entrar no carro de um estranho sem a certeza de que voltará, pois na noite tudo pode ocorrer.
Travestis e transexuais não terão mais as cabeças raspadas em cadeia
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Estava lendo no Jornal O Globo uma matéria que fala sobre travestis e transexuais poder usar corte de cabelo feminino dentro dos presídios estaduais no Rio de Janeiro. A medida publicada no Diário Oficial em 28 de Março pela Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) e divulgada na sexta-feira pela secretaria estadual de Assistência Social e Direitos Humanos.
As ações do projeto Rio sem homofobia vão além, haverá fornecimento de tratamento hormonal a travestis e transexuais presas e permissão para utilizar corte de cabelo feminino ao invés de terem suas cabeças raspadas. Serão ainda oferecidos cursos profissionalizantes em áreas como estética, telemarketing e turismo. A partir de maio, os agentes penitenciários terão palestras e cursos para lidar com a homossexualidade no sistema carcerário.
O objetivo é preparar 1.250 agentes por ano e ter 100% dos quadros capacitados até 2014. Outra iniciativa será a distribuição de cartilhas para os funcionários dos presídios e detentos, com a finalidade de informar os direitos dos homossexuais e combater o preconceito.
Homofobia provocada por universitários contra transexuais em MS
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Eu sou um cara que acompanha muito o Twitter e lendo na timeline de pessoas LGBT que eu sigo encontrei uma notícia do Jornal Diadia sobre homofobia provocada por universitários contra travestis em Três Lagoas localizados no estado de Matogrosso do Sul. O número de furtos, estupros e ações homofóbicas tem aumentado segundo a transexual Juliana Martineli.
O delegado regional, Vitor Fernandes Lopes, afirma não ter registros constantes de ato contra homossexuais, chegando a um registro por mês.
“Isso se deve ao fato de que muitos que sofrem algum tipo de agressão, por serem ameaçados, não registram BO (Boletim de Ocorrência) por medo”.
Mentes abertas?
Juliana relata que muitos transexuais já sofreram com atos homofóbicos por parte de universitários que utilizam o transporte público de Três Lagoas ou ônibus de outras cidades. “Quando eles passam, dizem palavrões e em muitos casos jogam pedras e urina em nós. Eles acham que ‘a gente’ é palhaço”.
Ainda na matéria a reportagem questiona o porquê da transexual estar se prostituindo ela diz que não é uma opção e sim uma condição, “Você alguma vez já viu um transexual atender em uma loja, ou em um supermercado, por exemplo? Isso é porque o mercado de trabalho é preconceituoso e por isso me prostituo, para poder sobreviver”, ressalta indignada.
Drogas e prostituição, a exclusão da sociedade e o preconceito
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Venho hoje com esse texto com um assunto que devo ter tocado muito no passado e poucas vezes aqui no blog que é a questão da prostituição e drogas, quando as drogas começam fazer parte da vida de uma garota de programa o que acontece com muitas travestis que são excluídas da sociedade e ter de enfrentar o preconceito. Drogas têm em todo lugar e em todo meio, mas a classe das travestis que trabalham como garota de programa fica vulnerável a esse tipo de entrada das drogas por diversos motivos.
Já comentei diversas vezes que vida de travesti não é nada fácil a começar pela família que ao invés de dar apoio à futura mulher, larga e as expulsam de casa. Os pais muitos por serem educados em um tipo de cultura onde o preconceito era maior e ser travesti para eles era quase uma “aberração”, quando vê o seu filho jovem se tornando uma menina para muitos deve ser uma situação difícil e delicada.
Algo que podia ser resolvido com a conversa, entendimento, os próprios pais pesquisando sobre transexualidade e tentar entender a mente dos filhos. Algumas famílias são mais liberais e aceitam o filho, mas diversas outras famílias por seguirem uma doutrina religiosa acabam tendo uma atitude violenta e o expulsa de casa, sendo esse menino que está para se tornar uma mulher fica desamparado tendo que procurar ajuda com outras travestis.
A polêmica do Deputado Bolsonaro no CQC e seus preconceitos
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Semana passada o CQC deu o que falar sobre o Bolsonaro, tudo começou quando ele foi participar de um quadro chamado “O povo quer saber” onde os populares enviam suas perguntas a uma pessoa e ela responde. O Deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) é um homem muito polêmico por defender ideias radicais e por seu preconceito contra a classe LGBT em que insiste em atacar com mentiras para depois dizer que está pouco se lixando para os gays.
Nesse lance a cantora Preta Gil faz a seguinte pergunta “Você deixaria seu filho namorar uma mulher negra?” e a resposta dele foi “Não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja meus filhos foram muito bem educados e não vivem no mesmo ambiente lamentável que é o teu”. Isso gerou uma polêmica muito grande, lembro na semana passada o nome dele parar nos Trending Topics do Twitter rapidamente.
A vida de caminhoneiro na estrada e envolvimento com travestis
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Hoje eu venho falar de um assunto que eu estava pensando há muito tempo e resolvi escrever sobre, fala sobre a vida de caminhoneiro na estrada e o envolvimento desses com travestis, pois o que sabemos muitos caminhoneiros casados vai para estrada e nesse meio tempo existe a pulada de cerca, muitas delas com travestis que fazem ponto em estradas por todo o Brasil.
O propósito deste artigo é falar sobre a situação e a vida de muitas travestis do interior que para se sustentar tende a fazer programa nas estradas e a grande procura são dos caminhoneiros que estão há dias na estrada e fazem programa com travestis.



Comentários Recentes