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Transexuais são contratadas como aeromoças na Tailândia

Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Transexuais são contratadas como aeromoças na Tailândia

Nathatai Sukkaset, de 26 anos, Dissanai Chitpraphachin, de 24, Chayathisa Nakmai, de 24, e Phuntakarn Sringern, de 24, estão entre as contratadas

Recebi um e-mail de um leitor do Diário T-Lover o Luis que disse ter lido a notícia de 4 transexuais contratadas como aeromoças em uma companhia aérea na Tailândia. Fui pesquisar e achei essa notícia no portal Gay1 e publicarei aqui no Diário T-Lover.

Bangcoc, 28 jan (EFE).- A nova companhia aérea tailandesa de baixo custo PC Air se tornou a primeira do país a contratar transexuais para exercer a função de aeromoças, classificando-os como “terceiro sexo” para as autoridades de imigração.

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Oportunidade para trabalhar no GLS Legal

Olá a todos os leitores do Diário T-Lover,

Oportunidade para trabalhar no GLS Legal

Venho hoje com um post para trazer uma novidade vinda do GLS Legal que é a oportunidade de você trabalhar na equipe GLS Legal seja como Advogado, Psicólogo ou Assistente Social. O GLS Legal é um grupo que visa defender a honra dos direitos LGBT e o combate a homofobia de uma forma eficaz e de qualidade para combater a homofobia e lhe ajudar a como proceder nos casos de preconceito.

O GLS Legal vem crescendo cada vez mais e é com isso que você pode ter uma oportunidade de trabalhar com o GLS Legal e fazer parte dessa equipe mais do que unida em prol do combate a homofobia e a inclusão social dos LGBT. Coloco abaixo o anúncio deles juntamente com o site para você se inscrever e assistir a palestra gratuitamente através do portal NetSalas o número 1 em salas virtuais.

Abrimos, em parceria com o sistema Extra Juris, o primeiro processo seletivo para:
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-Advogados;
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-Psicólogos;
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-Assistentes Sociais.
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Como procuramos profissionais para ampliarmos nossa atuação para o Brasil inteiro, adotamos uma primeira fase virtual na qual explicaremos, detalhadamente, o que esperamos dos candidatos. Não importa em qual Estado você esteja; se ficou interessado, faça a inscrição e participe.
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Para se inscrever, basta preencher a ficha no final da página:
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http://www.netsalas.com.br/eventos/extra_juris/selecao.htm
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Sucesso e sorte para todos!
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Atenciosamente,
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Equipe GLS Legal
www.glslegal.com.br

Quem estiver interessado nesta grande oportunidade não deixem de se inscrever e fazer parte dessa família GLS Legal.

Um grande abraço a todos.

CNG: Como podemos inserir as Travestis no mercado de Trabalho?

Fonte: Central de Noticias Gays

Saúde, estética e prostituição. Hoje, essas são praticamente as únicas áreas de atuação profissional que uma Travesti pode almejar.

Para tentar mudar essa realidade, cerca de 30 militantes do grupo Pela Vidda se reuniram, no Centro do Rio, em um encontro que debateu a inserção desse grupo no mercado de trabalho.

Muitas Travestis morrem diariamente porque na prostituição estão expostas à criminalidade e à violência. Além disso, o tempo de trabalho de uma Travesti que se prostitui é muito curto, porque quando envelhece, perde o glamour e o sustento – explica Lorna Washington, atriz e Transformista.

Giselle Meirelles é Travesti e conseguiu subverter a realidade da maioria das colegas. Formada em jornalismo, Giselle também é uma profissional da área de saúde e hoje coordena projetos do Pela Vidda, grupo que dá ajuda humanitária aos portadores de HIV.

– Quero que a história delas seja diferente. Se eu consegui estudar e se tive oportunidades, elas também podem ter – diz Giselle.

Presente ao encontro, a documentarista Rejane de Moraes, diretora do curta Eu, Travesti, disse que, a partir de sua experiência, envolveu-se pessoalmente na luta das Travestis por mais dignidade.

– Percebi que há uma evasão escolar por causa do preconceito. A partir daí, muitas vão para as ruas. Não acredito em um documentarista que não se envolva no que está documentando, é impossível. Por isso, hoje estou aqui.

A Travesti Andréia Albertini, que ficou conhecida pelo escândalo com o jogador Ronaldo, no ano passado, foi considerada pelas militantes como um retrocesso na busca delas por um reconhecimento mais digno da sociedade.

– Ela foi suja e não pensou no coletivo ao fazer aquele escândalo – reclama Lorna Washington. Andréia morreu no dia 09 de julho, devido a complicações do vírus HIV do qual era portadora.

Márcio Villar, presidente do Pela Vidda, diz que Andréia frequentava o grupo, mas nunca abriu sua condição de soropositiva.

– Estranhei quando soube, ela era quieta. Só a pessoa expõe sua condição, é lei. Ninguém precisa saber se o outro tem HIV, mas é importante que todos se cuidem.

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É interessante ressaltar esse lado, pois muitas travestis vivem a margem da sociedade, sendo mal vistas e mais discriminadas. Mas isto ocorre porque ela não teve oportunidade de concluir seus estudos por causa do preconceito.

Acredito que ainda vamos mudar este quadro e começar a ver um número maior de Travestis ingressadas num mercado de trabalho e tendo uma vida feliz, sendo assim melhores vistas pela sociedade.

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