Posts tagged nome social
João Paulo apresenta PL que ajudará as transexuais mudarem seu nome
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Estava lendo no portal A Notícia do Vale e no blog Cultura Crossdresser sobre a PL que garante transexual mudar nome em cartório, a PL foi apresentada pelo Deputado João Paulo (PT-PE) no último dia 10 o seu primeiro projeto de lei que prevê a mudança do prenome da pessoa transexual que realizar a cirurgia da mudança de sexo diretamente no cartório, independente de decisão judicial. De acordo com o deputado, a iniciativa pretende tornar a mudança de nome um processo mais rápido e menos traumático e burocrático.
Segundo o site, o Deputado afirmou que:
“A idéia é facultar à pessoa que se submeteu à cirurgia, mediante a comprovação de documentação médica, averbar a sua real identidade em seu registro civil, sem que haja um processo judicial para isso”, acrescentando que a medida também garantirá a diminuição das desigualdades sociais.
Travesti gaúcha consegue mudar o nome na certidão de nascimento
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Recebendo diversos e-mails em minha caixa de entrada, recebo muitas sugestões e uma delas foi do nosso amigo leitor Snoopy RJ, que mandou um e-mail sobre a notícia da travesti gaúcha consegue mudar o nome na certidão de nascimento para o nome social, um fato inédito no Brasil conseguir mudar o nome de batismo para o nome social na certidão.
Marcelly Malta Schwarzbold, 60 anos, presidenta do Conselho Municipal de Direitos Humanos da Prefeitura de Porto Alegre e Presidenta da Igualdade – Associação de Travestis e Transexuais do Rio Grande do Sul conseguiu um feito inédito para as travestis brasileiras, a alteração do nome de batismo pelo nome social na certidão de nascimento.
Jornal Tribuna do Norte fala sobre travestis e o universo Trans
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Venho hoje com este artigo, pois a minha amiga Alice D’Castro me enviou uma sugestão pelo Twitter e me indicou um link interessante no site do Jornal Tribuna do Norte, onde fala sobre travestis, nome social e tudo que ocorre no Universo Trans. O Jornal está de parabéns pela forma como colocou a matéria, tratando-as no feminino e dando os devidos esclarecimentos.
Irei aqui reproduzir algumas partes colocadas na noticia e ao final darei meu ponto de vista sobre esse assunto.
Universidade de São Paulo aceitará nome social de transexuais
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Venho hoje com uma noticia interessante para a classe das travestis/transexuais e perto da semana da visibilidade trans que é comemorado dia 29 de Janeiro. A Universidade de São Paulo (USP) passará a adotar a lei estadual 55.588/2010 e vai aceitar o uso do nome social de alunos e alunas travestis/transexuais em seus documentos acadêmicos. A medida está em vigor e será comemorada pelo movimento no dia 29 de Janeiro, dia que se comemora a visibilidade trans.
Fonte da notícia foi retirado do blog SOMOS GLBT
Opinião do Diário T-Lover
Como sempre falei desde que o nome social passou a valer nas escolas estaduais em diversos estados no Brasil, que isso é muito importante para que as travestis e transexuais sejam reconhecidas pelo seu nome social. Em São Paulo a USP deu um passo a frente a favor de alunos e alunas transexuais. Pois assim as transexuais poderão ser reconhecidas como mulheres (No caso MtF) ou como homens (No caso FtM). Leia mais.
A mudança para o nome social das trans tem de ser um processo simples
Olá a todos os leitores do Diário T-Lover,

Venho hoje com este post batendo numa tecla interessante e que venho falado diversas vezes aqui neste blog que é a questão do nome social para as travestis/transexuais que deveria ser um processo mais simples e menos burocrático, mesmo com os estados adotando leis em favor das travestis/transexuais muitas dessas mulheres tem que recorrer à justiça e enfrentar a dura burocracia para ter seu nome social em seus documentos.
Já falei também diversas vezes a importância do nome social nos documentos das travestis e transexuais, pois com o nome social elas poderão ser reconhecidas como mulheres e não passar por situações constrangedoras, por exemplo, na hora de fazer uma compra com cartão e ver aquela mulher e ser chamada por um nome masculino.
Tem um comercial da Visa que mostra muito bem isso, o comercial tem a presença da belíssima Roberta Close, deem uma olhada:
Esse é um comercial dos cartões Visa do ano 2000 que mostra a realidade de muitas travestis e transexuais até os dias de hoje. Essas mulheres sofrem preconceito diariamente e ainda tem um documento que a constrange diariamente.
Quero ver nesse governo a partir de 2011, o que fará a favor da classe das trans, se bem que poderiam pegar o embalo de poder utilizar o nome social nas escolas em alguns estados brasileiros e criar uma emenda ou um projeto que tire essa grande burocracia que é da travesti/transexual ir à justiça e ter uma longa jornada até ser reconhecida como mulher.
Enquete do DataSenado sobre o PLC 72/07 a favor das travestis e trans
Olá a todos os leitores do Diário T-Lover,

UPDATE: Enquete sobre o PLC 72/07 a favor da inclusão do nome social das travestis e trans foi encerrada, pois a enquete é do mes de Setembro, agora vou aguardar os resultados e publicar aqui no Diário T-Lover assim que estiver disponivel.
Venho com esse post que a Dorothy me enviou sobre uma causa muito interessante, o DataSenado está realizando uma enquete se você é a favor ou contra a inclusão do nome social das travestis e trans nos documentos oficiais. A enquete faz parte do projeto PLC 72/07 que permite às transexuais alterar o registro civil para que o nome usado socialmente conste na certidão. Este é o tema da enquete promovida durante o mês de setembro em parceria com a Secretaria de Pesquisa e Opinião do Senado (Senado).
Vote na enquete a favor neste link http://www.senado.gov.br/noticias/opiniaoPublica/inc/enquete/enquete.asp
O deputado Luciano Zica autor do projeto de lei argumenta que há diferenças entre a homossexuais e transexuais. “A homossexualidade e bissexualidade, assim como heterossexualidade, se referem apenas à orientação sexual do indivíduo. A transexualidade se refere à identidade de gênero“, diz.
Trecho retirado da Agência Senado
O projeto de lei 72/2007 da Câmara dos Deputados tramita no Senado desde setembro de 2007. Ele já tem voto favorável da relatora, senadora Fátima Cleide (PT-RO), na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), mas ainda não foi votado no colegiado. Depois de receber parecer na CDH, a matéria seguirá para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
A proposta altera o art. 58 da Lei de Registros Públicos (6.015/73) para tornar possível a substituição do prenome quando a pessoa for reconhecida como transexual, mesmo sem ter sido operada para mudar de sexo. Atualmente, a Lei de Registros Públicos permite a troca de nomes quando a pessoa estiver sendo ameaçada por ter colaborado na apuração de crime ou quando é conhecida por apelido público notório.
Opinião do Diário T-Lover
Essa é a hora da classe LGBT inclusive as travestis, transexuais e T-Lovers votarem a favor a este projeto, pois muitas travestis e transexuais passam por constrangimento ao estar toda feminina e a identidade constar um nome masculino. Sou a favor da inclusão do nome social na certidão de nascimento para as travestis e trans, para que estas sejam respeitadas e seja o primeiro passo para a saída da marginalidade.
Novamente mando o link para quem apoia a causa votar a favor da inclusão do nome social as travestis e trans http://www.senado.gov.br/noticias/opiniaoPublica/inc/enquete/enquete.asp
Vamos ser maioria a favor desse projeto que ajuda as travestis e transexuais a não passarem mais por constrangimentos.
Fonte que retirei trechos foi do Agencia Senado
Gostou? Então vote a favor da causa e se você já votou a favor deixe seu comentário e sinta-se a vontade para divulgar.
Travestis reivindicam o uso do nome social nos documentos
Olá a todos os leitores do Diário T-Lover,

Eu li no blog do ASTRA Rio a notícia que travestis reivindicam o uso do nome social nos documentos de identificação. As travestis aproveitaram a decisão da Receita Federal de incluir o companheiro ou a companheira como dependente na declaração do imposto de renda para reivindicar a inclusão do nome social nos documentos de identificação.
De acordo com a vice-presidente da Articulação Nacional de Travestis e Transexuais, Marjoire Marchi, a medida não alcança a categoria da mesma forma que beneficia gays e lésbicas. Embora seja uma ótima iniciativa e importante na garantia de direitos para casais homoafetivos.
“Gays e lésbicas têm uma situação social confortável a ponto de suas reivindicações serem: menos preconceito no mercado de trabalho, na escola, a possibilidade da união civil e a criminalização da homofobia. Para nós, são bandeiras, mas não são as principais. Ainda precisamos existir nos nossos documentos. Não existimos para o Estado”, criticou.
Marjorie explica que sem direitos civis e sociais, mesmo que a união estável fosse aprovada no país, como ocorreu na Argentina há duas semanas, os travestis continuariam à margem das mudanças sociais.
“Travestis e transexuais têm inúmeros direitos negados, como frequentar uma escola, trabalhar. Nossa luta ainda está atrás da de gays e lésbicas, que já pensam no casamento. Eu não quero me casar, por exemplo, com meu nome de homem. Travestis não são homossexuais”, disse.
Trecho retirado do blog ASTRA Rio.
No Rio Grande do Sul, travestis poderão usar nome social nas escolas
Olá a todos os leitores do Diário T-Lover,

Venho hoje com mais um post interessante, porque o Rio Grande do Sul entrou na lista de estados que estão adotando o nome social para travestis e trans nas escolas. Elas poderão usar o nome social no cadastro, chamadas, boletins, etc. Facilitando a vida da trans que está estudando. Trans menores de 18 anos poderão adotar o nome social mediante autorização dos responsáveis.
Segue um trecho abaixo do Mix Brasil:
O Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul publicou nesta semana o Parecer nº 739/2009, que aconselha as escolas do sistema estadual de ensino a adotarem o nome social de alunos e alunas transexuais e travestis em seus documentos escolares como boletins e lista de chamada.
Na decisão, o Conselho argumenta que o “nome social de travestis e transexuais nos registros contribuirá para a inclusão dos mesmos no processo educativo”. Menores de 18 anos precisam da autorização de um responsável para pedir a troca do nome.
Com o parecer, o Rio Grande do Sul se torna o 12º Estado brasileiro a aceitar o nome social da população trans nas escolas. Já aceitam: Tocantins, Goiás, Santa Catarina, Paraná, Piauí, Paraíba, Pará, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Alagoas.
Opinião do Diário T-Lover
Mais um estado entra na lista dos que estão adotando nome social nas escolas e facilitando a vida das travestis e transexuais fazendo com que elas tenham a oportunidade de terminar os estudos. Como já disse diversas vezes é muito constrangedor em uma sala de aula uma menina ser chamada pelo nome masculino, ela fica sendo vitima de bullying e diversos preconceitos. Com o nome social isso minimiza e a trans podendo ser reconhecida como mulher e poder estudar para ter uma formação e um currículo para estar pronta no mercado de trabalho formal.
Estamos avançando e espero que logo esteja em todo o Brasil as travestis/trans podendo ser reconhecidas como mulheres em todas as escolas e assim um passo ao respeito a diversidade e dignidade das trans.
Quem quiser comentar sintam-se a vontade.
Abraços.
Transexuais dos EUA poderão usar nome social nos passaportes sem cirurgia
Olá a todos os leitores do Diário T-Lover,

Retornando as atividades no blog, li no Mix Brasil sobre as Transexuais dos EUA poderão usar nome social sem cirurgia de mudança de sexo no passaporte. As transexuais norte-americanas poderão solicitar a mudança de nome nos passaportes sem necessariamente precisarem se submeter a cirurgia de mudança de sexo. A decisão foi anunciada na semana passada pelo departamento de Estado dos EUA.
Segue abaixo um trecho da notícia do Mix Brasil
A partir desta quinta-feira, 10, transexuais norte-americanos poderão solicitar alteração de gênero em seus passaportes sem necessariamente precisarem se submeter a cirurgias de readequação sexual. A decisão foi anunciada nesta semana pelo Departamento de Estado dos EUA.
No entanto, para garantir a emissão do novo documento é necessário que a pessoa transexual tenha realizado um “tratamento clínico apropriado” para a troca de sexo. Os requerentes devem apresentar um certificado emitido por uma equipe médica constatando a transformação.
Segundo o governo dos EUA, a medida faz parte das comemorações pelo mês do Orgulho LGBT.
Acho interessante esse tipo de aprovação do nome feminino no passaporte sem precisar se submeter a cirurgia de mudança de sexo, pois assim as trans que necessitem fazer uma viajem não passarão por situações constrangedoras ao mostrar os documentos. Espero que essa notícia também seja realidade aqui no Brasil, onde as travestis e trans possam usar o nome social também nos passaportes sem burocracia.
Isso tudo da a segurança para a trans se sentir cada vez mulher e viver sua vida como mulher sem ter que passar por situações desagradáveis onde as pessoas vão olhar ela como uma transexual ou “um homem que virou mulher”. Espero que nesse mês do Orgulho LGBT mobilize a sociedade para que as travestis sejam melhores vistas na sociedade.
Aos poucos vamos mudando esse quadro e a classe das trans sendo mais valorizada e respeitada pela sociedade.
Quem quiser comentar sintam-se a vontade.
Abraços.
Travestis e trans vão poder usar nome social em documentos oficiais
Olá a todos os leitores do Diário T-Lover,

Segundo a fonte Agência Camara a diretora de Direitos Humanos da Secretaria Especial de Direitos Humanos da presidência, Lena Peres, afirmou nesta terça (18) na Câmara que o Ministério do Planejamento vai publicar no Diário Oficial nos próximos dias uma portaria que obriga os órgãos da administração pública federal a aceitar o uso do “nome social” de travestis e transexuais em documentos oficiais. O nome social é aquele escolhido pelo próprio travesti ou transexual.
Segue abaixo o trecho da notícia
A declaração foi dada na abertura do 7º Seminário de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transsexuais (LGBT), promovido pelas comissões de Legislação Participativa; de Direitos Humanos e Minorias; e de Educação e Cultura. O seminário discute temas como a situação dos direitos humanos de homossexuais e transexuais e união estável.
Nome social
A terceira versão do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) recomenda aos estados, Distrito Federal e municípios a promoção de ações que garantam a possibilidade de uso do nome social de travestis e transexuais, caso eles queiram. Conforme o plano, essa seria uma das ações estratégicas para promover o respeito à livre orientação sexual.Decreto do governo de São Paulo de março assegura aos transexuais e travestis o direito de escolher o nome com o qual quer ser identificado em atos da administração direta e indireta do estado. Segundo o decreto, os servidores públicos deverão tratar a pessoa pelo prenome indicado, que constará nos atos escritos.
Decreto da Prefeitura de São Paulo de 14 de janeiro também determinou que órgãos e entidades da administração municipal direta e indireta usem o nome escolhido pelos travestis e transexuais em todos os registros de serviços públicos, como fichas de cadastro, formulários, prontuários, registros escolares e outros.
Opinião do Diário T-Lover
Parece que estamos avançando no sentido de direitos e inclusão social para as travestis e trans do Brasil. Pois tendo o nome social nos documentos oficiais faz com que elas sejam vistas como mulheres e também seja uma medida que acabe com o preconceito contra a classe trans. Pois é um desrespeito a feminidade da travesti ou da transexual ser chamada pelo nome de batismo. São Paulo já tinha este tipo de lei que permitia as travestis e trans usar o nome social em documentos oficiais para serviços do estado.
Agora vemos que o avanço se estende para todo o Brasil, espero que com essa mudança a travesti e a transexual tenham seus direitos como de casar, tirar identidade feminina entre outros documentos e sendo que esta deverá ser tratada pelo prenome. Nesse ponto houve um avanço pois acontecia muito de uma travesti toda feminina chegar com o documento e lá constar o nome de batismo, a pessoa que via o documento ficava sem entender e a trans constrangida pela situação de todo mundo estar observando.
Espero que daqui para frente haja avanços para a classe das travestis e trans e que estas não sejam mais marginalizadas. Aos poucos vamos caminhando e conquistando o respeito mútuo entre todos os cidadãos e cidadãs brasileiros.
Quem quiser comentar sintam-se a vontade.
Abraços


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