Posts tagged opinião

Pensa que já viu de tudo? Grupo de gays nazistas acredite se quiser

Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Hipocrisia, G.A.S.H um grupo de gays nazistas! A estupidez humana não tem limites

Você não leu o título errado não, é isso mesmo Grupo de gays nazistas! Até parece trollagem, mas o negócio é levado a sério, eu estava no twitter com meu amigo @chcapet falando de um blog sobre gays de direita. É estranho ver um gay de direita, mas aí é gosto político de cada um, aí o meu amigo Capetinha me surpreende quando ele me disse que existia um site de um grupo chamado G.A.S.H (Gays Aryans Skin Heads).

Esse G.A.S.H trata-se de um grupo de gays nazistas, se você achava estranho brasileiros adotarem essa ideologia, saiba que lá fora também tem esses loucos. É totalmente contraditório e hipócrita um grupo gay adotar ideologia nazista em pleno século XXI, sendo que essa ideologia além de ser fracassada, porque não deu certo nem na Alemanha e também porque na época de Hitler gays eram mortos em campos de concentração.

Veja abaixo um vídeo deles respondendo a outro grupo de skinheads, o vídeo tem direito até a suástica nazista na bandeira do arco-íris.

O canal http://www.youtube.com/user/GayAryanSkinhead não tem vídeos enviados, só favoritados, mas mostra que a estupidez humana não tem limites. Esses gays nazistas me lembram do episódio do desenho Fudêncio onde satiriza os carecas do ABC que entre eles tem um skinhead nordestino com chapéu e sotaque carregado. Isso é bem a cara da hipocrisia, sites de gays de direita apontando pra blogs onde dizem que a mídia é “gayzista”, gays nazistas e por aí vai.

Quando eu penso que já vi de tudo na minha vida, eu me surpreendo com essa!

Caros leitores, o que vocês acham desse negócio de gays nazistas? Deixe seu comentário abaixo, eu resolvi compartilhar isto com vocês porque fiquei boquiaberto com essa situação. Comente aí embaixo e divulgue nas redes sociais.

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Cliente não paga programa e gera confusão em SP

Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Tumulto e confusão por causa de um cliente que não pagou o programa com a travesti

Vi em um grupo LGBT no Facebook um vídeo que na descrição conta que um rapaz foi fazer programa com uma travesti e o mesmo não pagou o programa, então a travesti teria o agredido e foi “deitando o rapaz na porrada” chegando a entrar em uma loja e quebrar tudo lá dentro. Veja o vídeo abaixo:

Video datado 23/09/2010

O vídeo com um pouco menos de 3 minutos mostra já a confusão total, tiveram que cercar o local porque a multidão estava querendo ver o circo pegar fogo (como todo brasileiro “pobre” adora), no momento em que ela é conduzida a viatura a multidão hostiliza a travesti xingando de diversos palavrões e o motivo do meu post sobre esse vídeo é opinar sobre essa hostilização e a sede de ver o shitstorm.

Nenhuns dos dois estão certos nesse caso, se o cliente combinou com a travesti e realizou o programa, tem que pagar, se um dos dois lados não cumpre o combinado gera confusão e agressão, nisso certamente a travesti encheu o cara de porrada. Mas eu acredito que ela não precisava espancar o cara até a loja quebrando tudo lá dentro até porque quem estava na loja não tinha nada com isso.

Mas reparem na quantidade de gente do lado de fora gritando e filmando o acontecimento em plena tarde, quando falo que pobre adora ver o circo pegar fogo não é pra menos e aquela multidão toda? Ao invés de estar assistindo a confusão alheia, porque não estão trabalhando? Vê uma confusão envolvendo homem x travesti todo mundo para pra ver o “circo”. Outro detalhe é quando a travesti está indo pra viatura não falta homem xingando ela de “traveco” pra baixo.

Muito desses homens ali vaiando a travesti algemada ficam discriminando porque está no meio da muvuca, mas durante a noite o mesmo rapaz que xinga ela de “traveco” procura as travestis a noite e segundo dados que elas mesmas apontam que a maioria gosta de ser passivos, ou seja, é muito fácil ser macho pra hostilizar a travesti com os amigos, mas na calada da noite os machos se transformam em putinhas de travestis. Hipocrisia mandou lembrança.

Enquanto houver essa hipocrisia descarada, esse país não avança, as pessoas ficam nesse circulo vicioso (sem trocadilhos) de ter a sua esposa mulher, ir pra igreja, trabalhar e a noite fazer programa com travestis. Na manha seguinte o mesmo cara fala absurdos sobre travestis e LGBT, a mesma pessoa que se diz a favor da família está lá à noite rodando de carro nos principais pontos de travestis a procura do sexo pago.

Esse vídeo com essas pessoas chega a ser grosseiro, mostrando bem a cara do Brasil provando que é um país terceiro mundo, como o comportamento dessas pessoas não é apropriado e essa zona toda.

Fica aí meu desabafo sobre esse ocorrido, não estou inocentando ninguém, apenas expressando meu ponto de vista.

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Agressões homofóbicas se tornando comuns e até heteros estão sendo vítimas

Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Agressões homofóbicas se tornando comuns e até heteros estão sendo vítimas

Voltando com o blog novamente ao ar depois de um tempo off-line (depois lanço uma nota explicando a situação quando o site estiver 100%) eu vejo essa matéria na Veja com mais um caso de homofobia na Avenida Paulista. Dessa vez as vitimas não eram gays e sim heterossexuais, foram dois arquitetos voltando de uma casa noturna de madrugada quando se depararam com um grupo de seis pessoas, um dos arquitetos foi perguntar o que estava ocorrendo e foi recebido com agressão.

No final eles foram agredidos com luminárias de ferro e um dos rapazes levou sete pontos na cabeça devido ao corte provocado. Não é a primeira vez que heteros são vitimas de homofobia, teve outro caso de pai e filho espancados durante um evento confundido com casal gay. Esses casos de homofobia estão tomando um rumo grave em nosso país, se as autoridades não olhar isso com devida atenção acredito que as coisas podem piorar.

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Homofobia SIM! Moral, familia e bons costumes! (Vejam até o final)

Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Estava navegando pelo Youtube e ví um vídeo entitulado Homofobia SIM, onde um rapaz coloca suas opiniões sobre o lance de diversidade, movimento LGBT e o que isso atinge a familia, moral e bons costumes. Vejam até o final e tenham uma surpresa.

 

O que você achou desse vídeo?

Deixe seu comentário abaixo sobre esse vídeo e fique a vontade para compartilhar esse post nas redes sociais.

Até a próxima.

Ariadna em um dia de Panicat

Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

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Como vocês devem ter percebido, eu fiquei afastado por um tempo do blog sem postar e sem atualizar. Mas deixando esse assunto para outro texto eu falo aqui sobre a transexual Ariadna em um dia como Panicat no programa humoristico dominical Pânico na TV exibido pela RedeTV. Segundo o Jornal O Dia a transexual teria feito uma gravação especial, já que a Nicole Bahls e Juju foram suspensas após discussões no Twitter, a Ariadna como Panicat rendeu muitos comentários no microblog levando duas hashtags aos Trending Topics. Alguns apoiavam, outros em posse de um preconceito idiota começaram a falar bobagens no twitter como de costume e assim seguiu toda a noite e uma das tags ainda permanece nos trendings.

Veja abaixo o vídeo no Youtube com a estréia de Ariadna.

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Na Holanda igrejas dão exemplo no combate à homofobia

Bom dia amigos leitores do Diário T-Lover,

Na Holanda igrejas dão exemplo no combate à homofobia

Semana passada estava no twitter e vi esse link no Pará Diversidade com a notícia que igrejas assinam documento que condena a homofobia, na Holanda. Representantes de vinte igrejas da Holanda assinaram um documento que condena a discriminação e violência contra homossexuais. A cerimônia de assinatura ocorreu na Catedral de Utrecht, no Dia Internacional contra a Homofobia, 17 de maio.

No documento, as igrejas firmaram o seguinte: “Não pensamos todos da mesma maneira sobre homossexualidade, mas estamos unidos na crença de que o ser humano foi criado à imagem de Deus e é precioso a Seus olhos. Por isso todos precisam ser tratados com respeito, de maneira pacífica e amorosa, e a violência contra homossexuais, sob qualquer forma, está fora de questão”.

É muito interessante ver que na Holanda um país desenvolvido as igrejas estejam juntas no combate a homofobia, elas reconhecem que a religião influencia no comportamento discriminatório da sociedade e tem a mente aberta sobre essa questão onde é tabu em diversos países. No Brasil, por exemplo, se cria muita polêmica por parte de igrejas contra avanços LGBT em nossa sociedade.

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Alunos sabem lidar com a diversidade, diz professora transexual

Bom dia amigos do Diário T-Lover,

Alunos sabem lidar com a diversidade, diz professora transexual

Eu estava lendo no G1 há algumas semanas e vi uma notícia em que uma professora transexual revela que alunos sabem lidar com a diversidade quando lhes é apresentado em sala de aula. É a conclusão que a professora Marina Reidel chegou por sua experiência didática em uma escola de Porto Alegre. Ela se sente muito à vontade para falar sobre o tema que gerou a polêmica suspensão do projeto “Escola sem homofobia”, que iria debater a diversidade sexual nas escolas públicas por meio de vídeos e uma cartilha – o chamado “kit anti-homofobia”. Marina é transexual desde os 30 anos (ela não revela a idade) e é tratada com respeito por alunos, pais e diretores por seu trabalho em sala de aula.

De família com ascendência alemã, Marina sempre teve o carinho dos pais, que viam o filho brincando com bonecas desde pequeno. Mas nunca teve diálogo necessário para falar sobre sua orientação sexual em casa. Talvez por isso tenha demorado tanto tempo para assumir a sua condição.

No trabalho nas escolas viveu duas realidades distintas. Antes de decidir se tornar transexual, deixando o cabelo crescer e assumindo a sua feminilidade, Marina era o professor Mário e, como homossexual, era vítima de preconceito nas escolas.

“Enquanto eu era um gay não assumido tive alguns problemas”, conta a professora, que faz mestrado em educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “Teve um pai que não aceitava que eu desse aula para a filha dele. Uma mãe retirou a filha da escola porque não aceitou o fato de ela ter um professor homossexual. Eu até fui ofendido por um aluno da oitava série. Registrei boletim de ocorrência e ele acabou saindo da escola.”

Leia a notícia completa no Portal G1.

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Lea T, sucesso nas passarelas e a boa visibilidade para as transexuais

Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Lea T, sucesso nas passarelas e a boa visibilidade para as transexuais

Com os eventos de desfiles como Fashion Rio e São Paulo Fashion Week muito se fala de moda e uma pessoa que se destacou recentemente no mundo da moda foi a transexual Lea T, filha do jogador Toninho Cerezo que tem sido muito comentada pela mídia e noticiários relacionados à moda. Uma transexual tendo um bom destaque na mídia é algo positivo para a classe das transexuais que lutam por dignidade e respeito.

Numa participação no programa Mais Você apresentado por Ana Maria Braga que passa todas as manhãs na Rede Globo a Lea T se emocionou ao ser entrevistada por Ana Maria Braga e ter falado sobre a sua vida e sobre transexualidade. Segue abaixo alguns trechos retirados do Gay 1:

Na casa, ela contou que foi criada fora do país, porque seu pai sempre morou na Itália. A modelo disse que voltar ao Brasil é diferente, é surreal. “Hoje em dia a modelo, depois do fenômeno Giselle, todo mundo quer ser modelo. A moda está crescendo muito aqui. Então, realmente, eu cheguei e fiquei meio assustada”, discorreu a modelo.

O assunto ficou mais sério e, ela confidenciou para Ana Maria Braga segredos sobre sua vida, até descobrir que era transexual. Lea disse que ninguém explicou a ela o que é a transexualidade, e que só descobriu isso com o passar do tempo. “Se fala sobre homossexuais, heterossexuais, mas ninguém te explica o que é ser uma transexual. O que eu tinha ouvido falar, quando criança, é que transexual não vale nada”, polemizou.

Lea disse que aos 17 anos começou a sair para as festas: “Na Europa tudo é mais aberto, mais misturado”, opinou. Em relação à reação de sua família, ela contou que eles nunca imaginaram que ela seria transexual: “Eles achavam que eu era gay”.

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Vídeo: Agressão homofóbica em escola no Maceió

Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Vídeo: Agressão homofóbica em escola no Maceió

Nessas últimas semanas eu estava navegando pelo Facebook e encontrei um vídeo que o pessoal do HomofobiaNAO tinha divulgado sobre uma agressão homofóbica em uma escola no Maceió, vendo o vídeo e não encontrando no Youtube eu decidi compartilhar através do canal Diário T-Lover no site. Eu particularmente não consegui ver o vídeo até o final porque senti profundo desgosto ao ver essas cenas lamentáveis acontecendo em nosso país. Vejam:

Um grupinho de adolescentes decidiu fazer um vídeo e procurar por um colega gay que pelo sinal sofria bullying há bastante tempo naquela escola, achando o garoto, o agressor dando uma de macho vai para cima da vítima então ele começa a xingar o garoto de “viado” e as agressões começam. Enquanto o garoto é agredido o outro filma e não aparece nenhum inspetor ou algum funcionário da escola para botar ordem no local.

O garoto é agredido pelo fato de ser gay e nenhum funcionário toma atitude para coibir esse tipo de ação, o ocorrido foi em uma escola no Maceió e pelo que eu vi nada foi feito até agora. Casos como esse acontecem em todo o Brasil e muita das vezes a vítima acaba abandonando os estudos por causa desse tipo de humilhação que muitos acabam passando quando sofrem bullying na escola.

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Preconceito contra LGBT é menor em população mais escolarizada

Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Preconceito contra LGBT é menor em população mais escolarizada, diz estudo

Esse assunto é bastante interessante que li no UOL Educação falando sobre um estudo que aponta a taxa de preconceito contra LGBT menor em população mais escolarizada. A pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo e coordenada pelo professor da Universidade de São Paulo (USP) Gustavo Venturi. O estudo com 2mil entrevistado em 150 municípios foi feito em 2009 e transformado em um livro que será lançado em Junho.

A pesquisa identificou que um em cada quatro brasileiros é homofóbico. Foram considerados homofóbicos aqueles que têm tendência – forte ou fraca – em transformar o preconceito que sentem em relação a esse público em atitudes discriminatórias. Esse perfil foi detectado a partir da resposta dada aos participantes a perguntas como “homossexuais são quase sempre promíscuos”, “homossexualidade é safadeza” ou “a homossexualidade é uma doença que precisa ser tratada”.

Cruzando as respostas obtidas com as características da amostra, foi possível detectar, por exemplo, que mulheres são menos homofóbicas (20%) do que os homens (30%) e que a variação de renda não tem grande impacto nesse comportamento. Já a escolaridade é um dos fatores com mais peso: enquanto entre os que nunca frequentaram a escola o índice de homofóbicos é 52%, no nível superior é apenas 10%.

A religião também influencia na aceitação da população LGBT. Entre os evangélicos, 31% têm tendência a comportamentos homofóbicos, contra 24% dos católicos, 15% dos praticantes do candomblé e 10% dos kardecistas. Além do acesso à informação e da frequência à escola, Venturi aponta como estratégia importante para o combate à homofobia uma legsilação específica que coiba esse comportamento, como já existe com o racismo.

Trechos retirados do portal UOL Educação

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