Posts tagged preconceito
Mais uma travesti é vitima de agressão em Três Lagoas
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Parece que a situação em Três Lagoas – MS, não está nada boa para as travestis, eu já publiquei aqui no Diário T-Lover sobre a homofobia provocada por universitários contra travestis que ocorreu em Três Lagoas, o mesmo local onde aconteceu outro crime no último dia (17), no bairro Jardim Alvorada. A vítima de 28 anos conhecida como Evelyn, estava próxima ao parque de exposições quando um homem se aproximou e começou a agredi-la com um pedaço de pau. Os golpes chegaram a perfurar o braço da vítima.
O agressor fugiu do local e a vítima conseguiu fugir, se escondendo em um posto de gasolina. Funcionários do posto acionaram a Polícia Militar e o SAMU que atenderam a travesti. De acordo com informações da vítima, o agressor seria conhecido como “Agenor”. O suspeito segundo a vítima, constantemente agride e rouba travestis que ficam nas imediações daquele local.
Essa notícia pode ser vista no portal Capital News.
A vida profissional e lidando com seu gosto por travestis
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

O assunto de hoje tem a ver com a vida profissional quando você trabalha em uma empresa e ao mesmo tempo lidando com seu gosto por travestis. Porque eu falo isso? Por que o preconceito em nossa sociedade é tanto que o fato de assumir seu gosto por travestis pode influenciar no seu ambiente de trabalho, fazendo com que até perca seu emprego. Aqui eu darei meu ponto de vista e o que eu faria em alguns casos.
Eu como assumo abertamente meu gosto por travestis desde os 19 anos de idade. Para mim fica difícil eu esconder que realmente gosto de travestis quando alguém me faz essa pergunta, mas em ambiente de trabalho a vida pessoal é (ou deveria) ser irrelevante, pois o que se conta em uma empresa é a competência profissional, foco e dedicação. Acontece que se algum colega do trabalho descobre que você gosta de travestis a coisa muda de figura.
Quando um amigo fica sabendo que você está saindo com travestis ou que você mesmo assume abertamente seu gosto por travestis (como eu faço no meu blog) essa fofoca notícia começa a se espalhar rapidamente entre os colegas da empresa, fazendo com que as pessoas do seu ambiente de trabalho passem a te olhar com maus olhos e podendo até mesmo perder o emprego pelo simples motivo de você gostar de travestis.
O beijo lésbico da novela Amor e Revolução no SBT
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Essa semana que passou teve um buzz sobre o beijo lésbico da novela Amor e Revolução que passa após o programa do Ratinho no SBT, a novela escrita por Thiago Santiago traz a tona o que seria a história na época da ditadura militar, depois que foi anunciado que iria rolar uma cena de beijo lésbico entre Luciana Vendramini e Gisele Tigre que fazem o papel de Marcela e Marina. No dia que seria o capítulo onde aconteceria o beijo a novela entrou para os trending topics do Twitter.
Todo mundo esperando pela tal cena até que foi adiada para o próximo capitulo, no dia seguinte aconteceu o beijo entre as duas mulheres que novamente foi o assunto mais comentado do Twitter, mas eu particularmente tenho as minhas duvidas a respeito da intenção de colocar essa cena na novela Amor e Revolução, não que eu seja do contra, pois achei bacana porque não é todo o dia que duas mulheres se beijam em novelas.
O beijo aconteceu e todo mundo ficou feliz, mas eu parei para pensar um pouco e ver o que tem por trás disso, para mim esse beijo entre duas mulheres na novela serviu somente para ganhar audiência não só para a novela, mas para o programa do Ratinho que antecede Amor e Revolução. Primeiramente eles seguraram a audiência colocando para o capitulo seguinte.
Homofobia provocada por universitários contra transexuais em MS
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Eu sou um cara que acompanha muito o Twitter e lendo na timeline de pessoas LGBT que eu sigo encontrei uma notícia do Jornal Diadia sobre homofobia provocada por universitários contra travestis em Três Lagoas localizados no estado de Matogrosso do Sul. O número de furtos, estupros e ações homofóbicas tem aumentado segundo a transexual Juliana Martineli.
O delegado regional, Vitor Fernandes Lopes, afirma não ter registros constantes de ato contra homossexuais, chegando a um registro por mês.
“Isso se deve ao fato de que muitos que sofrem algum tipo de agressão, por serem ameaçados, não registram BO (Boletim de Ocorrência) por medo”.
Mentes abertas?
Juliana relata que muitos transexuais já sofreram com atos homofóbicos por parte de universitários que utilizam o transporte público de Três Lagoas ou ônibus de outras cidades. “Quando eles passam, dizem palavrões e em muitos casos jogam pedras e urina em nós. Eles acham que ‘a gente’ é palhaço”.
Ainda na matéria a reportagem questiona o porquê da transexual estar se prostituindo ela diz que não é uma opção e sim uma condição, “Você alguma vez já viu um transexual atender em uma loja, ou em um supermercado, por exemplo? Isso é porque o mercado de trabalho é preconceituoso e por isso me prostituo, para poder sobreviver”, ressalta indignada.
A vulnerabilidade das garotas de programa com as DSTs inclusive HIV
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Venho tratar um assunto que de interesse público em que diz respeito às DSTs (Doenças Sexualmente Transmissiveis) e a vulnerabilidade de quem trabalha na prostituição relacionado com essas doenças. Das doenças sexualmente transmissíveis a que mais preocupa ainda é a AIDS, a AIDS se espalhou na década de 80 gerando uma epidemia, nessa época a mídia taxava a AIDS como “peste gay”, como se fosse doença exclusivamente de gays.
Campanhas foram feitas para o uso do preservativo no ato sexual e medida anticoncepcional para se proteger da AIDS e outras DSTs. Mas tem uma classe que até hoje é vulnerável a esse tipo de doença são as que trabalham com prostituição, pelo fato de ela trabalhar com muitos clientes desconhecidos, muitas exigem o uso da camisinha, mas algumas se deixam levar pela grana e acaba topando receber mais para transar sem camisinha.
Além do sexo que é uma via de se transmitir e receber doenças há outras maneiras que fazem parte da realidade de quem vive na prostituição que são as drogas injetáveis e até mesmo o silicone industrial, levando em conta que muitas pessoas não se preocupam muito com a higienização na hora de aplicar o silicone. Por incrível que pareça algumas pessoas não se preocupam muito em usar camisinha na hora do sexo e nem toma cuidado com outros meios de se pegar uma doença sexualmente transmissível.
A negação de ajuda médica para travestis relacionada com preconceito
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

O preconceito contra a classe das travestis/transexuais é algo terrível, eu já fiz vários textos citando diversos casos de preconceito e até mesmo transfobia. Um dia desses, eu estava comentando no Twitter sobre esse assunto de preconceito contra a classe e vejo que nisso muitas travestis fica a margem da sociedade sendo alvo de discriminação. Um assunto que eu não tinha tocado com mais detalhes é sobre a negação de ajuda médica para travestis
Para as travestis várias portas se fecham e com atendimento médico não é muito diferente, eu comentava sobre travestis que simplesmente morrem devido à negação de alguns médicos em atender a paciente por conta de ela ser travesti ou transexual. Como boa parte das travestis tem de sobreviver da prostituição e por não ser uma renda fixa elas acabam não tendo um plano de saúde e passando a depender do sistema público.
Todos nós sabemos que o sistema público de saúde é ruim para todos que dependem desse atendimento, mas quando alguns médicos lidam com uma travesti simplesmente se recusam a atender ou quando vai mostrar os documentos acaba tendo que explicar de que ela é uma travesti e que o RG ainda está com nome masculino. Nem todos os médicos negam ajuda as travestis existem excelentes médicos e que não tem esse lance de preconceito, mas uma parte deles vê que se trata de uma trans e começa a enrolar para não atender.
Documento Especial sobre travestis (1989)
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Venho hoje com este post, pois eu estava vendo vídeos no Youtube e achei um documentário em um programa chamado Documento Especial de 1989 que passava na extinta TV Manchete, nesse documento especial a reportagem é sobre travestis mostrando como é a vida delas, dia-a-dia, vida na prostituição e tudo mais. É um documentário que vale a pena ser assistido para você ter uma noção de como elas era vistas nos anos 80.
O que me incomodou muito foi à utilização constante do artigo “O” para as travestis, mas eu relevo pelo documentário ser de 1989. Veja abaixo os vídeos e depois a minha opinião sobre esse documentário.
Drogas e prostituição, a exclusão da sociedade e o preconceito
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Venho hoje com esse texto com um assunto que devo ter tocado muito no passado e poucas vezes aqui no blog que é a questão da prostituição e drogas, quando as drogas começam fazer parte da vida de uma garota de programa o que acontece com muitas travestis que são excluídas da sociedade e ter de enfrentar o preconceito. Drogas têm em todo lugar e em todo meio, mas a classe das travestis que trabalham como garota de programa fica vulnerável a esse tipo de entrada das drogas por diversos motivos.
Já comentei diversas vezes que vida de travesti não é nada fácil a começar pela família que ao invés de dar apoio à futura mulher, larga e as expulsam de casa. Os pais muitos por serem educados em um tipo de cultura onde o preconceito era maior e ser travesti para eles era quase uma “aberração”, quando vê o seu filho jovem se tornando uma menina para muitos deve ser uma situação difícil e delicada.
Algo que podia ser resolvido com a conversa, entendimento, os próprios pais pesquisando sobre transexualidade e tentar entender a mente dos filhos. Algumas famílias são mais liberais e aceitam o filho, mas diversas outras famílias por seguirem uma doutrina religiosa acabam tendo uma atitude violenta e o expulsa de casa, sendo esse menino que está para se tornar uma mulher fica desamparado tendo que procurar ajuda com outras travestis.
O esporte promovendo a cidadania e respeito à classe LGBT
Olá amigos leitores do Diário T-Lover,

Venho falar hoje de um evento muito interessante que a minha amiga Carol Cahyan me sugeriu como pauta. O evento esportivo irá promover a cidadania e combate a discriminação contra a classe LGBT, o evento está sendo organizado pelo CDG (Comitê Desportivo GLS) e irá realizar atividades esportivas com a classe LGBT.
Você poderá participar jogando ou ficando na torcida por esse evento a favor da diversidade.
O evento será a 1ª Copa SP de Vôlei GLS que contará com a estrutura e apoio fornecido pela Secretaria Municipal de Esportes da Prefeitura da Cidade de São Paulo. Quem quiser ter mais informações e acompanhar tudo segue os dados abaixo.
Tel.: (11) 8020-1001
email: info@cdgbrasil.org
Site: http://copasp2011.blogspot.com
Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=5250571844028393832
QUANDO:
Em Abril, Aos Sábados, das 14:00 horas às 19:00 horas….
LOCAL DAS PARTIDAS:
Clube Escola Tatuapé (Sampaio)
Ginásio de Esportes – Quadra 02
Rua Monte Serrat, 200 – Em frente à estação Metrô Carrão
Entrada Gratuita



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