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	<title>Diário T-Lover &#187; vida dificil</title>
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	<description>Opiniões sobre Universo Trans e a vida de um T-Lover</description>
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		<title>A vida na pista é cruel e sombria</title>
		<link>http://diariotlover.com/2010/05/10/a-vida-na-pista-e-cruel-e-sombria/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 09:53:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wesley Ursão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Post falando sobre a reportagem no Profissão Reporter sobre as travestis que saem de Belém e vão para São Paulo na esperança de ganhar dinheiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá a todos os leitores que acompanham este blog,</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2986" title="travestis-rua" src="http://diariotlover.com/wp-content/uploads/2010/05/travestis-rua.jpg" alt="A vida na pista é cruel e sombria" width="395" height="435" /></p>
<p style="text-align: justify;">Começo a semana falando sobre a vida na pista que muitas <strong>travestis </strong>tem que se sujeitar para sobreviver, eu já comentei em outros posts sobre a realidade e preconceito que as travestis sofrem. Não estou querendo dar a entender que toda a travesti vive a margem da sociedade, não é isso estou postando essas opiniões porque infelizmente essa realidade faz parte da vida de muitas travestis e serve também para você refletir antes de querer desprezar uma travesti achando que a vida dela é moleza.</p>
<p style="text-align: justify;">Vi no <strong>Youtube </strong>nos favoritos do meu amigo que tem o Nick “<span style="text-decoration: underline;">ViciOzzo</span>” uma reportagem do <strong>Profissão Reporter</strong> que fala sobre as travestis de Belém que vão para São Paulo se prostituir, muitas dessas moram em comunidades pobres em Belém e vão para São Paulo porque as cafetinas dizem que lá irão ganhar muito dinheiro e realizar seus sonhos. Mas quando chega na hora a realidade é bem diferente do que é dito.</p>
<p style="text-align: justify;">Só acho que esses tipos de programa de reportagem poderiam também mostrar sobre travestis bem sucedidas, travestis empreendedoras que tem seu próprio negócio, emprego formal e vida longe das ruas, mas esta matéria mostra a realidade cruel das travestis nas ruas. É o que sempre digo quando a família expulsa de casa ela tem que sobreviver e algumas sem opção tem de ir para as ruas se prostituir.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejam abaixo a reportagem e logo em seguida falarei um pouco</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/TtV126ZZiXM" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/TtV126ZZiXM"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Sei que é doloroso assistir este tipo de reportagem, mas infelizmente é a realidade que muitas travestis passam para poder sobreviver, se você ainda acha que travesti é apenas um “<em>homem que se veste de mulher por capricho</em>” você está redondamente enganado. Como uma amiga minha diz “<em>Mulher é necessidade, travesti é luxo</em>”, ou seja, a travesti tem necessidade de ser mulher e ser travesti não é para qualquer uma, pois tem que encarar muito preconceito e discriminação.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2985"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O que eu fiquei mais impressionado foi quando mostrou o silicone líquido e o tamanho da agulha que é injetada, aquela agulha para você ter uma idéia é de uso veterinário, aquilo ali deve ter mais de 30cm de agulha, imagine isso sendo injetado no seu corpo? Muitas desmaiam por causa da terrível dor, mas como disse em outros posts esse tipo de bombação é mais em conta do que a prótese de silicone. Ouvi o repórter falando que a travesti disse que após a aplicação é amarrado uma corda para o silicone não descer pros pés, isso me impressionou bastante.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente algumas travestis têm que passar por isso por falta de oportunidade, a vida nas ruas, nas madrugadas escuras elas tem que tentar sobreviver em meio de clientes mal educados e todo o tipo de bandidagem que ronda durante as madrugadas da cidade. E sem contar àqueles clientes que fazem o programa e não pagam gerando uma grande confusão.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas independente dessa vida obscura nas ruas existe o outro lado, existem travestis que trabalham em um emprego formal, tenho diversas amigas que trabalham formalmente sem ser nas ruas, uma amiga minha trabalha em uma empresa, outra é cabeleireira e tem até uma que montou seu próprio salão e nunca precisou se prostituir para ter dinheiro. Penas que esses poucos casos de travestis que não vivem nas ruas não seja tão divulgado na imprensa. Mas acredito que futuramente a classe das trans será menos marginalizada e que elas passarão a ser respeitadas com dignidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil tem que evoluir e se quisermos evoluir uma das coisas é respeitar a diversidade, as travestis e trans. Mostrei esta reportagem não para divulgar mais ainda a marginalização das travestis, mas sim abrir os olhos de quem acha que travesti leva uma vida fácil e acabam por serem preconceituosos, pois não sabem o que uma travesti passa para se tornar bela e feminina.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem quiser comentar, sintam-se a vontade.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços.</p>
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		<title>Sexta feira no Cine Odeon e visibilidade trans</title>
		<link>http://diariotlover.com/2010/01/30/sexta-feira-no-cine-odeon-e-visibilidade-trans/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 18:29:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wesley Ursão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá a todos os leitores do Dário T-Lover, é com grande satisfação que escrevo este post, pois ontem (Sexta Feira dia 29) tivemos um Orkontro da HJE e GLS Legal, mas foi um Orkontro cultural, bebemos em um restaurante na Cinelândia e depois fomos ao Cine Odeon na maratona que durou a noite toda.

Os  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá a todos os leitores do Dário T-Lover, é com grande satisfação que escrevo este post, pois ontem (Sexta Feira dia 29) tivemos um Orkontro da HJE e GLS Legal, mas foi um Orkontro cultural, bebemos em um restaurante na Cinelândia e depois fomos ao Cine Odeon na maratona que durou a noite toda.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://diariotlover.com/wp-content/uploads/2010/01/cine-odeon.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1520" title="cine-odeon" src="http://diariotlover.com/wp-content/uploads/2010/01/cine-odeon.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Os filmes que vi</span></h2>
<p style="text-align: justify;">Eu vi o primeiro filme que foi “Meu amigo Claudia” da Claudia Wonder, depois vimos o Garoto de Aluguel, depois vimos outro que falava sobre a travesti na cadeia, depois vimos outros filmes no qual não estou lembrado e a cada sessão tinha um intervalo com baladas e tal.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span id="more-1519"></span><span style="color: #ff0000;">Sobre o meu amigo Claudia</span></h2>
<p style="text-align: justify;">O Meu amigo Claudia foi um documentário muito interessante falando sobre a vida de Claudia Wonder e falava também sobre os anos 70 e 80, como era a vida das travestis naquela época, como elas eram tratadas e tudo mais. Digo-te que antigamente era praticamente um crime ser travesti, mandaram prender a Claudia Wonder por ser travesti e tinha sido o pai dela que tinha mandado prender. O filme também relata sobre a vida das travestis, como elas se viravam e falou também sobre a operação de caça as travestis, onde as autoridades (Policiais) faziam a ronda e prendiam diversas travestis onde apanhavam, eram consideradas criminosas por serem travestis, outra coisa que me marcou muito foi que começaram a metralhar as travestis nessa operação. Muitas eram mortas e humilhadas nas prisões por outros presos.</p>
<p style="text-align: justify;">Realmente a vida de travesti naquela época era muito dura, mostraram à mídia perguntando sobre o assassinato de gays e travestis e o que achavam, muitos diziam algo do tipo “É gay tem que morrer mesmo”, “Essa raça nojenta merece morrer mesmo, não faz falta aqui na terra”. Comentários totalmente absurdos. A mídia impressa colocava as travestis ao ridículo e sempre a tratando no masculino, dizendo seu nome de batismo e tudo mais. A mídia era bem sensacionalista.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme falou também sobre as pessoas que transavam sem camisinha e quando descobriram a AIDS onde muitas pessoas morreram e a AIDS era vista como “peste-gay”, ou seja, AIDS naquela época era doença de “viado”, desculpem o termo, mas era assim que eles viam a AIDS nos anos 80.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o filme falou sobre a era punk e rock dos anos 80 onde a Claudia Wonder fazia diversos shows em diversas casas uma delas bastante freqüentada a madame satã onde tinha diversidade, tinha diversos estilos desde punk até travestis e gays. E lá onde eles protestavam sobre a situação da época, sobre a sociedade hipócrita e tudo mais.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme sobre a Claudia foi muito interessante e logo abaixo postarei minha opinião sobre todos os filmes e a sociedade.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Sobre o filme da vida de travesti na cadeia</span></h2>
<p style="text-align: justify;">Este filme realmente foi chocante, começa com o detento transando com a travesti na cadeia, depois eles terminam aí em outra situação a travesti tava dançando para os companheiros de cela e depois outros presos se revezavam para transar com a travesti. Havia muitas brigas sobre ter uma travesti ali e os caras queriam matar ela, o primeiro cara que estava deitado com ela amava a travesti e chegou a dar uma aliança para a travesti, mas a pressão era tanta que ele não agüentou e este mesmo acabaram matando a travesti e enquanto a travesti levava facadas os outros presos riam, comemoravam, realmente foi uma cena chocante.</p>
<p style="text-align: justify;">É um filme bastante interessante para mostrar que vida de travesti não era fácil e muito menos na cadeia onde era constantemente humilhada e sofria agressões. É uma realidade triste.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Minha opinião critica sobre esses fatos e sociedade</span></h2>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente vivemos numa realidade cruel, veja que na década de 70 e 80 travestis eram mortas na rua a mando dos policiais, ser travesti naquela época era arriscado e muitas para superarem as dores se drogavam para esquecer a cruel realidade. Como podemos exigir dignidade na cadeia com um sistema penitenciário tão falho, tão abandonado e que não recupera ninguém?</p>
<p style="text-align: justify;">As coisas no Brasil têm que melhorar muito para que sejamos país de primeiro mundo, uma delas poderiam ser criar celas especiais para travestis em cadeias femininas, já que são mulheres não tem nada de fazer numa penitenciária cheio de homem.</p>
<p style="text-align: justify;">As mídias na época tratavam os LGBT de uma forma como se fossem aberrações, vide a palavra “peste-gay” associado a AIDS. Era uma época muito dura, fico me perguntando se existia T-Lover de verdade naquela época, que chegava para ele mesmo e dizia “Eu gosto de travestis, eu quero namorar uma travesti, me casar e tal!”, era muito raro, pois os que tinham esses sentimentos eram reprimidos cruelmente pela sociedade e muitos só as queriam como sexo.</p>
<p style="text-align: justify;">Então vejo que não devemos apenas levantar bandeira, devemos também melhorar as coisas básicas da sociedade, acho que deveria acabar com essa parada de grupinho, por exemplo, no meio LGBT, tem o grupo das lésbicas, tem o grupo dos gays, das Travestis, das Trans, dos Bissexuais e tudo fica em grupinhos. O que devemos lutar é para que o LGBT seja parte da sociedade vista como uma pessoa qualquer independente de sexualidade, onde haja diversidade em que o hetero respeite o gay como ele é e o gay respeite o hetero como ele é. Que o cara respeite a travesti como dama, como mulher, como pessoa e a travesti respeite o cara pelo que ele é.</p>
<p style="text-align: justify;">Se pararmos de criar grupinhos para tudo e a sociedade ser uma só e diversa muita coisa vai melhorar tanto para os LGBT quanto para toda sociedade, pois as empresas serão gay-friendly e aceitarão bem tanto os gays como heteros. O ponto em que devemos focar são criar leis que protejam os LGBT assim como há lei que protege os negros, não é caso de “ditadura gay” ou “regalia especial”, não é uma lei que proteja a Travesti, o gay, á lesbica e toda classe LGBT, pois estes sofrem muito preconceito e depois disso haver uma conscientização de que LGBT são pessoas como todas as outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o Brasil for igual há alguns países da Europa em que há gays, mas, não há boate gay porque não precisa, pois há diversidade, seremos um país de primeiro mundo. Devemos mudar coisas básicas como educação, modos de se comportar, respeito ao próximo. Já que o brasileiro não é conhecido mundialmente como um povo hospedeiro, que ajuda as pessoas porque não há um respeito para com os próprios brasileiros independentes de sexualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">As travestis têm que ter oportunidade de concluir seus estudos e poder ingressar no mercado de trabalho formal e ter uma vida digna em que a sociedade passe a enxergar a travesti como uma mulher que trabalha, tem sua vida, sua casa e suas necessidades e que possa casar com um cara que ela goste e este seja um casal feliz.</p>
<p style="text-align: justify;">Há muita coisa que deve ser mudada no Brasil para que sejamos um país desenvolvido.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Conclusão final</span></h2>
<p style="text-align: justify;">Bem <span style="text-decoration: line-through;">falei</span> escrevi bastante no tópico anterior, mas quanto ao Orkontro foi ótimo, nós rimos pra caramba nas horas de descontração, eu e o GLS Legal nos divertindo bastante. E a melhor parte eu falei pessoalmente com a Claudia Wonder que me reconheceu como Ursão, pois a tenho adicionada ao meu Orkut, falei com ela duas vezes e trocamos idéias rápidas, para mim foi uma grande satisfação e honra ter falado com a Claudia Wonder e ela ter me reconhecido. Para mim foi muito gratificante e posso dizer que conheço essa mulher pessoalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Parabéns Claudia Wonder pelo documentário e o orkontro foi demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Vou ficando por aqui e quem quiser comentar, sintam-se a vontade para postar sua opinião.</p>
<p style="text-align: justify;">Um grande abraço</p>
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